GONÇALVES FARIA BRANCO 2013

 Vinho Premiado: R.V 18 pts
De Dirk Niepoort podemos esperar quase tudo! Dirk Niepoort, sedento por criar novos projectos e novos vinhos, tem espalhado a sua viticultura por todo o país. Com raízes no Douro, a sua teia chega ao Alentejo, Dão, Vinhos Verdes e até mesmo à Bairrada. 


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FICHA TÉCNICA

Região Bairrada
Tipo Branco
País Portugal
Produtor Quinta de Baixo
Castas Bical e Maria Gomes
Enólogo Dirk Niepoort
Teor Alcoólico 10,5%
Ano 2013
Produção 2.000 garrafas
Capacidade 750 ml
Vinificação O Gonçalves Faria branco 2013 provém de várias parcelas de vinhas velhas e novas. Foi vinificado em inox, onde fermentou durante 3 semanas, terminando a fermentação em Fuders usados de 1.000 L.
Estágio A fermentação maloláctica decorreu nos mesmos Fuders onde estagiou durante 18 meses. Foi engarrafado sem filtração.
Nariz Aroma mineral muito fino, austero, pleno de notas de limão muito frescas.
Boca Bom volume de boca e bastante estruturado, tem boa presença no palato.
Prémios R.V 18 pts
Combinações Mariscos, pratos de peixe estufados (caldeirada), bem como carnes brancas. Queijos de pasta mole tipo Serra da Estrela.

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DESCRIÇÃO

De Dirk Niepoort podemos esperar quase tudo! Dirk Niepoort, sedento por criar novos projectos e novos vinhos, tem espalhado a sua viticultura por todo o país. Com raízes no Douro, a sua teia chega ao Alentejo, Dão, Vinhos Verdes e até mesmo à Bairrada. Desde 2012 que oficializou a sua paixão pela Bairrada, adquirindo a Quinta de Baixo, criando uma revolução na adega já existente, aplicando práticas de agricultura biodinâmica e produzindo vinhos ímpares na região.  Mas esta paixão pela Bairrada vem já desde os anos 80, quando Dirk era distribuidor de um pequeno grande produtor de seu nome Gonçalves Faria. Gonçalves Faria foi um produtor que deixou muitas saudades, com tintos magistrais, quase intemporais. Hoje em dia, qualquer garrafa dos anos 90 que apareça à venda, provavelmente de um ou outro cliente particular são rapidamente cobiçadas. Infelizmente o produtor faleceu e a marca foi desaparecendo... É aqui que Dirk volta a entrar em campo, com a ideia e motivação de recuperar uma marca icónica. O filho de António “Gonçalves Faria”, João Pedro nos últimos anos tem recuperado as vinhas e Dirk “pediu-lhe” se poderia começar a trabalhar as uvas. Rapidamente recuperaram a marca e o design vintage e com a excelente colheita de 2013 vinificou-se as uvas na Quinta de Baixo. As vinhas provém de vinhas muito velhas com mais de 80 anos, tendo sido vinificadas em inox e com um estágio de 18 meses em velhos tonéis de 1.000 litros da região de Mosel, Alemanha.  Bical e Maria Gomes, num registo delicado, fino e com uma acidez vibrante, um branco com uma frescura notável, com apenas 10,5% de álcool e que terá um longo e saudável envelhecimento em garrafa.  Apenas 2.000 garrafas produzidas, certamente vai ser um vinho de colecção!

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