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| Selecção de Janeiro - 2009 - Esgotado
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| Ad Gaude 2005 |
Arriscámos tudo... e ganhámos em toda a linha! Este é um dos nossos grandes momentos de glória, um presente raro e muito especial, uma oferta quase em exclusivo para o nosso clube! No final do ano passado, muito antes de o vinho ser comercializado, tivemos oportunidade de aceder a uma garrafa em antestreia... e ficámos atónitos com o carácter, a intensidade, a originalidade e a frescura deste vinho incrível. Foi amor à primeira vista, uma paixão assolapada que não podíamos, nem queríamos perder, sob qualquer pretexto. Apostámos tudo e apalavrámos a nossa tranche... muito antes do Ad Gaude sair para o mercado, muito antes de o Ad Gaude ser conhecido. Não podíamos estar mais contentes! Afinal, este vinho absolutamente desconhecido, nascido numa região enjeitada, durante décadas sem direito sequer a denominação de origem, acabou de ser recentemente coroado com dezoito (18) valores pelo exigente e muito rigoroso painel do El Mundo Vino! E são poucos, muito poucos, os vinhos que se aproximam deste patamar! Escusado será dizer que, com uma produção de apenas 5.000 garrafas, vai ser quase impossível encontrar este vinho nas prateleiras...
Nasce de um lote que associa as internacionais Syrah e Petit Verdot com a tradicional Monastrell, esta de vinhas bem velhas e sofridas, vinhas maduras e serenas. Este é um dos maiores segredos deste Ad Gaude, a pequena vinha de Monastrell onde as plantas mais jovens contam já com cinquenta vindimas nas varas... enquanto as cepas mais velhas, essas são simplesmente pré-filoxéricas! Vinha sem rega, instalada numa das zonas de clima mais extremado de Espanha, terra árida e inóspita, com um rendimento médio que não ultrapassa 1Kg por planta! Com estas premissas, mais os 15º de volume alcoólico, seria expectável encontrar um vinho madurão, super concentrado, doce, plano e pesado. Nada disso, e esse é um dos grandes gozos do vinho! Impressiona pela frescura, pela complexidade aromática, pela expressividade e pela harmonia. Este não pode perder!
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Características
| Região: |
Alicante |
| Castas: |
Monastrell, Syrah e Petit Verdot |
| Estágio: |
Trinta meses em barricas novas de carvalhos francês (80%) e carvalho esloveno (20%) |
| Teor Alcoólico: |
15% |
| Produção: |
5.000 garrafas |
| Enólogo: |
Sébastien Boudon |
| País: |
Espanha |
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O nosso Preço: 2
x 27,40 EUR
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| Vinha Othon 2006 |
Vivemos para o vinho. A nossa razão de existir, a nossa razão de ser, assenta neste pequeno pressuposto, na busca incessante de vinhos alternativos, de descobertas, de vinhos perturbantes e comoventes, vinhos de carácter e personalidade vincada, vinhos de exaltação. Sentimo-nos verdadeiramente afortunados quando, como este mês, temos o orgulho e o privilégio de poder apresentar um vinho grandioso e singular, uma novidade absoluta que fomos resgatar ao coração do Dão. Um vinho de vinhas velhas, nascido na Quinta da Cruzadinha, arrancado a três hectares de vinhas com mais de 50 anos, maioritariamente forradas com as castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Jaen, segundo o melhor espírito beirão. É o Vinha Othon 2006, primeira edição comercial, a nova estrela maior do produtor Vinha Paz.
Vinha Paz de quem, infelizmente, se fala muito pouco! Uma casa que, por carácter e convicção, prefere manter uma pose e um discurso low profile. E, no entanto, devíamos falar muito mais de Vinha Paz, um produtor de tintos sérios e elegantes, de vinhos profundos e harmoniosos, vinhos complexos, vinhos de corte conservador mas intemporal. Vinhos feitos numa adega sóbria, retraída na dimensão e na tecnologia, uma adega austera, centenária, uma adega de lagares, com pisa a pé, resumida ao essencial, sem floreados nem desperdícios, que, na sua despretensão, consegue dar corpo a um dos melhores representantes do Dão, o Vinha Othon 2006. Tudo impressiona neste tinto sisudo, começando pelo equilíbrio notável entre a fruta, a acidez, o álcool e os taninos, a regra de ouro para atingir a graça da proporção e harmonia. Com este Vinha Othon conseguimos entrar num mundo de rara harmonia, de equilíbrio quase perfeito entre a fruta discreta, a acidez mais que perfeita e os taninos pungentes mas terrivelmente sedutores e macios. Um vinho de discreta elegância, de charme e porte altivo, um vinho nobre no sentido mais puro do termo. Um grande vinho português!
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Características
| Região: |
Dão |
| Castas: |
Touriga Nacional, Tinta Roriz e Jaen |
| Estágio: |
14 meses em barricas de carvalho francês e americano |
| Teor Alcoólico: |
14% |
| Produção: |
3.000 garrafas |
| Enólogo: |
João Paulo Gouveia, Carlos Silva e Miguel Oliveira |
| País: |
Portugal |
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O nosso Preço: 2
x 19,60 EUR
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| Maritávora Reserva 2007 |
Nada melhor, para começar o ano em beleza, que apresentar um dos brancos mais excitantes, dramáticos e persuasivos de Portugal, o Maritávora Reserva branco da colheita 2007. Se o rótulo, em menos de meia dúzia de edições, já firmou créditos seguros, esta colheita 2007 desvenda o melhor Maritávora Reserva branco de sempre, um branco assombroso na intensidade e energia da mineralidade, com uma pureza, precisão e rigor quase matemáticos. Maritávora Reserva branco que é fruto de um autêntico milagre, de um acaso único no Douro, resultado da teimosia de uma família que, contra toda a lógica e racionalidade económica, conseguiu manter e acarinhar, ao longo de gerações, uma vinha branca muito velha. Uma pequeníssima vinha, quase insignificante na dimensão, apenas meio hectare, enorme na qualidade, uma vinha com muito mais de 100 anos, de castas exóticas, de referências desconhecidas e usos perdidos. Não há muitos vinhos brancos assim no Douro, mas o Maritávora Reserva branco continua a ser fruto de uma só vinha, com local de nascença bem definido... e limitado! Por isso, impreterivelmente, a sua existência estará sempre circunscrita a aproximadamente 2.000 garrafas, sem condescendências, num vinho de nicho proveniente de uma das vinhas brancas mais antigas do país. Vinha misturada, segundo a tradição centenária do Douro, com castas de nomes tão recônditos como Côdega de Larinho, Évora ou Uva Salsa, adubadas e revigoradas pelas mais triviais Viosinho, Malvasia e Rabigato... e ainda associadas a outras castas de ascendência e identificação desconhecida.
É de justeza referir que o nariz do Maritávora não é especialmente eloquente. Mas a inacreditável e poderosa boca deste branco duriense compensa bem a estoicidade aromática. É raro encontrar brancos assim, com uma mineralidade tão vincada, um branco assanhado, cristalino como nenhum em Portugal, crocante, vibrante, arrebatado, arrebatado na alegria da vida. Um branco tenso e impaciente, um vinho de perdição! |
Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Códega do Larinho, Viosinho, Rabigato, Malvasia e outras |
| Teor Alcoólico: |
14% |
| Produção: |
2.000 garrafas |
| Enólogo: |
Jorge Serôdio Borges |
| País: |
Portugal |
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O nosso Preço: 2
x 27,50 EUR
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Selecção de Janeiro - 6 Garrafas |
| Produto |
O nosso Preço |
| Ad Gaude 2005 |
2 x 27,40 EUR |
| Vinha Othon 2006 |
2 x 19,60 EUR |
| Maritávora Reserva 2007 |
2 x 27,50 EUR |
| Totais: |
149,00 EUR |
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