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| Selecção de Dezembro - 2008 - Esgotado
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| Alonso del Yerro Maria 2006 |
Todos os anos nascem novas adegas, novos projectos em todos os cantos do mundo, invariavelmente sob o doce fascínio de pretender fazer um dos melhores vinhos da região, do país, do universo! É essa a sina do mundo do vinho. Dessa imensa prole são poucos, muito poucos, os que conseguem alcançar tal quimera. De entre essa minoria, há quem abrace o sucesso após anos e anos de tentativas e erros, de sucessos e insucessos... e há os que chegam rectos, directos e objectivos ao sucesso! Entre os últimos contam-se os vinhos Alonso del Yerro, um dos projectos mais fascinantes e sedutores da Espanha moderna.
Juan Afonso e Maria del Yerro, marido e mulher, desde sempre souberam que, um dia, o vinho ocuparia um lugar fundamental nas suas vidas. Mas nunca sentiram o aperto do tempo e tiveram tempo para desenhar um projecto rodeado de todos os carinhos e cuidados, com muito investimento pessoal. Rodearam-se dos melhores profissionais em cada área. Chamaram Stéphane Derenoncourt (responsável por La Mondotte, entre outros) para assessorar a enologia e vinha e Claude Bourguignon para capitanear a microbiologia dos solos. Plantaram uma vinha de raiz, em 1989, dedicada em exclusivo à casta Tempranillo, numa altitude bem elevada, entre os 800 e os 840 metros, dividida em quatro parcelas com solos e exposições bem distintos. O tempo levou-os a subdividir as quatro parcelas iniciais em trinta microparcelas bem particularizadas.
Este Maria de Alonso del Yerro 2006, o topo de gama da casa, provém de duas dessas microparcelas em particular, particularmente diferenciadas entre si. A primeira, argilosa e calcária, acrescenta potência e vigor, enquanto a segunda, calcária e xistosa, adiciona uma mineralidade e salinidade impressionantes. Nesta adega minimalista nasceu um tinto incrivelmente mineral, tenso e fechado, concentrado, poderoso, floral, terroso e frutado. Sedoso, aveludado e fresco, é um vinho que precisa de paciência e tempo em garrafa. Uma jóia em bruto que o tempo precisa de lapidar.
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Características
| Região: |
Ribera del Duero |
| Castas: |
Tempranillo |
| Estágio: |
18 meses em barricas novas de carvalho francês |
| Teor Alcoólico: |
14,5% |
| Enólogo: |
Stéphane Derenoncourt |
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O nosso Preço: 1
x 44,00 EUR
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| Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2006 |
O sucesso é sempre um pau de dois bicos. Quando se atinge um grau muito elevado de notoriedade, quando o reconhecimento se torna universal, o enaltecimento dos frutos, do trabalho, torna-se quase desnecessário... e o sucesso assoma naturalmente, de forma quase garantida. Mas, por outro lado, como a fasquia é colocada num patamar tão elevado, as expectativas, essas, também são colocadas num patamar muitíssimo superior, exigências a que nem sempre é fácil corresponder. Os vinhos da Quinta do Crasto, o novo ícone do Douro, já atingiram esse patamar, o estatuto de estrela, o degrau superior da escala. Há já algum tempo que se os vinhos se aproximavam desse desejado estatuto, com pontuações nacionais e internacionais consistentes, sempre próximas do extremo mais elevado da escala. Mas a recente nomeação do Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2005 como terceiro melhor vinho do ano de 2008 pela influente revista norte-americana Wine Spectator, elevou a Quinta do Crasto, directa e definitivamente, para o grupo reduzido dos produtores internacionais de elite.
Mas, coerentemente, as responsabilidades inerentes e as expectativas criadas com a distinção também cresceram. E ao ano 2005 sucedeu-se o ano 2006, um ano problemático e penoso por todo o Portugal. Conseguiria a Quinta do Crasto reeditar um vinho semelhante na educação, nobreza e qualidade? A resposta clara está patente de forma clara neste Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas de 2006... e a conclusão é definitiva! Apesar do ano difícil, apesar das contrariedades da natureza, o Reserva do Crasto 2006 permaneceu imperturbável e sereno, profundo e amplo como poucos. Sobretudo, quase perfeito no uso da madeira, na elegância da fruta e na harmonia dos taninos simultaneamente duros e macios. É mesmo assim, nos anos mais complicados, que se separa o trigo do joio e se vê quem tem alma de ganhador! E sempre com um volume de produção muito considerável.
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Características
| Região: |
Douro |
| Castas: |
Vinhas Velhas misturadas |
| Estágio: |
18 meses em barricas novas de carvalho francês (85%) e carvalho americano (15%) |
| Teor Alcoólico: |
14,5% |
| Produção: |
83.000 garrafas |
| Enólogo: |
Manuel Lobo e Dominic Morris |
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O nosso Preço: 2
x 28,50 EUR
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| Anwilka 2006 |
Voltámos a propor este rótulo no clube, agora na colheita 2006, por sentirmos que este já é, e vai continuar a ser, um dos principais nomes do mundo do vinho internacional. Neste momento, e apesar de esta ser apenas a segunda colheita no mercado, já é o vinho sul-africano mais interessante e mais reconhecido internacionalmente. O que, seguramente, o torna numa das histórias mais incríveis da enologia moderna. Qual o segredo?
Nasceu com tempo, bem pensado, com cabeça, tronco e pés, destinado desde a nascença a ser um vinho ícone do mundo. Um vinho ícone mas acessível no preço e na quantidade. É o próprio Bruno Prats (antigo proprietário de Cos d'Estournel) , um dos mentores do projecto na companhia de Hubert de Bouard (co-proprietário do Château Angélus) e Lowell Jooste (co-proprietário de Klein Konstantia, um dos amais antigos e conhecidos produtores sul-africanos) que afirma não querer criar mais um monstro sagrado, um vinho de culto de produções e preços ridículos, destinado aos louvores e glória dos críticos. A racionalidade e o pragmatismo imperam. Não pouparam investimentos e mimos na vinha e na adega, acautelando todos os detalhes possíveis. Mas não gastaram um cêntimo em detalhes secundários, em estradas alcatroadas, relva, portões gigantescos e todos os investimentos não produtivos. Não é um projecto cor-de-rosa, para as revistas sociais, para o ego. Querem apenas fazer o melhor vinho da África do Sul, numa ligação frutuosa entre o espírito clássico europeu e o atrevimento natural do novo mundo.
Foi apenas o quarto vinho do novo mundo a ser comercializado pelo tradicionalmente chauvinista mercado de Bordéus... e esgotou em poucos dias! A explicação é imediata para quem tiver a ventura de o provar. Mais que um vinho de guarda, que garantidamente também o é, é um vinho sumptuoso e terrivelmente atraente, ainda mais sólido, seguro e intenso que a edição anterior. Com aromas e um palato tão sedutores, porquê resistir ao prazer da gratificação imediata?
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Características
| Região: |
Stellenbosch |
| Castas: |
66% Cabernet Sauvignon, 29% Shiraz e 5% Merlot |
| Teor Alcoólico: |
13,5% |
| Enólogo: |
Bruno Prats, Hubert de Bouard e Trizanne Pansegrouw |
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O nosso Preço: 1
x 33,10 EUR
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| Gouvyas 2006 |
Todos os anos, colheita após colheita, conseguimos encontrar novos motivos para regressar aos vinhos Gouvyas, um dos exemplos mais sérios e consistentes da jovem revolução duriense. São vinhos que não param de nos surpreender, sempre pela positiva, vinhos repletos de personalidade e individualidade, vinhos de carácter forte, verdadeiros faróis num mundo coberto pelo anonimato e pela insipidez da globalização de sabores. Outra coisa não seria de esperar de João Roseira, uma das figuras mais carismáticas do vinho português, e de Luís Soares Duarte, um dos enólogos mais competentes e ponderados da nova geração duriense. João Roseira que é um dos principais promotores do vinho duriense e português, aquém e além fronteiras, infatigável na promoção e divulgação do nome Portugal. Luís Soares Duarte que é um dos enólogos mais sérios e "low-profile", expressão serena de convicções profundas. De uma associação assim, da junção do fogo e da terra, da criação e da sensatez, só poderiam nascer vinhos excepcionais.
Vinhos de "négociant", de vinhas alugadas, de uvas compradas, de vinhas velhas, mas também fundamentadas na base filosófica e física da Quinta de Santa Luzia. Vinhas de rendimentos baixos, assentes numa cultura e postura profundamente ecológicas, das verdadeiras, das que não necessitam de alarde e da promoção biológica nos rótulos... Vinhos de culto, daqueles que conseguem criar uma legião de seguidores atentos, dos raros que existem em Portugal. Vinhos genuínos e autênticos, sem subterfúgios, sem cedências a modas passageiras, numa interpretação pessoal e intimista dos valores deste duo tão peculiar. Tão autênticos como este Gouvyas 2006, nascido num ano, por todos, considerado difícil. É um tinto directo e expressivo, ainda pirralho, com uma componente vegetal relevante mas, simultaneamente, com uma frescura impressionante e uma estrutura tonificante. Uma belíssima interpretação do Douro no ano 2006!
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Características
| Região: |
Douro |
| Enólogo: |
Luís Soares Duarte |
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O nosso Preço: 2
x 17,45 EUR
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Selecção de Dezembro - 6 Garrafas |
| Produto |
O nosso Preço |
| Alonso del Yerro Maria 2006 |
1 x 44,00 EUR |
| Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2006 |
2 x 28,50 EUR |
| Anwilka 2006 |
1 x 33,10 EUR |
| Gouvyas 2006 |
2 x 17,45 EUR |
| Totais: |
169,00 EUR |
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