NUNCA COZINHE COM “VINHO DE COZINHA” …

NUNCA COZINHE COM “VINHO DE COZINHA” …
Quando as receitas exigem um vinho como ingrediente, o dilema é sempre o mesmo: como escolher o vinho?

Esta é uma das perguntas legítimas que já ocorreu a todos aqueles que cozinham regularmente… e parece que a resposta é mais simples do que se podia pensar...

Usar um vinho que beberia à refeição parece ser a melhor resposta a esta pergunta. Pode parecer estranho mas não é recomendado optar por um vinho com o rótulo “vinho de cozinha".

Susan Selansky, colunista no site Detroit Free Press, dá algumas sugestões sobre quais os vinhos a escolher: “Quando uso vinho branco, eu geralmente uso Sauvignon blanc, Chardonnay ou Riesling. Por esta ordem. Eu também opto pelo vinho seco, a menos que a receita indique o uso de um vinho específico”.

Vinhos diferentes, usos distintos.

Selansky realça que no momento da escolha de um vinho, temos de ter em conta qual o efeito que se pretende e se esse vinho combina com o prato que vamos cozinhar: “Nunca se esqueça que se usar um vinho doce, isso vai tornar a sua comida mais doce. Vinhos que têm tons frutados leves (pêra e citrinos) são melhores para aves e comidas delicadas como por exemplo frutos do mar”.

Por outro lado “na confecção de pratos de carne bovina e de cordeiro use vinho tinto seco com notas de frutos vermelhos. Tenha em mente que os taninos do vinho tinto podem dar um sabor áspero se cozinhados durante demasiado tempo”, acrescenta Selansky.

Já os vinhos fortificados como o Sherry, o Porto ou o Marsala “têm um sabor mais profundo e são os ideais para adocicar a refeição”.

Para quem é “um zero à esquerda” na cozinha, relembramos que os vinhos podem ser usados para adicionar mais sabor ou acidez.

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