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Selecção de Março/Abril
 
Selecção de Março/Abril - 6 Garrafas
Produto O nosso Preço
António Madeira Vinhas Velhas 2011 2 x 22,50 EUR
Conceito Branco 2012 2 x 26,00 EUR
Olho no Pé Pinot Noir 2010 2 x 15,00 EUR
Totais:   127,00 EUR
António Madeira Vinhas Velhas 2011

Uma escolha obrigatória que, por este ou aquele motivo, vinha sendo adiada. Foi de tal forma convincente, desde o início, que logo o demos por adquirido nas nossas seleções. Não fosse numa seria noutra... e a certeza atrasaou o inevitável: a chegada de um novo símbolo do seu "terroir". Sem a rede de várias colheitas, não alargamos o juízo ao rótulo, mas o primeiro António Madeira não é menos que isso: excelente amostra do potencial e virtudes do Dão serrano (sub-região da Serra da Estrela)! Irreverente, vivo, ainda rebelde, mas tudo bem colocado, tão redondo, que o crivo da prova parece desperdício. Para quê procurar pontas soltas onde não as há¿? Apetece passar à degustação prazenteira. O seu encanto juvenil, acidez e fruta no topo, mas sem arestas, conquista qualquer mesa. Equilíbrio que augura maiores façanhas sob o veludo do tempo. Na melhor linha do Dão.
Mais surpreendente ainda é tudo isto ser fruto de esforço autodidata. Um jovem engenheiro francês, António Madeira, fez em Paris o percurso de tantos entusiastas. De prova em prova, até que a curiosidade o levou às expedições no terreno (Bordéus, Borgonha, etc.) e ao contacto com os produtores. Umas férias em Portugal e uma Revista de Vinhos fizeram o resto, levarando o luso-descendente às vinhas dos seus antepassados, em Santa Marinha, aldeia de Seia. E por aí ficam as semelhanças de percurso com outros entusiastas . Chegado onde queria, António fez caminho. Calcorreou o sopé da Serra, escutou os velhos, visitou vinhedos. Em 2010, fala com o vizinho Álvaro Castro para vinificar 80kg de uvas, da vinha que salvou do abandono. Há anos que não era podada. Fez os 80 kg e, no ano seguinte, engarrafou este extraordinário Dão. Focando-se sempre na terra e nas uvas. Em condições que são elas próprias um luxo, de respeito pela natureza, pela genuinidade do vinho. O blog do produtor A Palheira do Ti Zé Bicadas dispensa comentários sobre a integridade da opção.

Características
Região: Dão
Estágio: 16 meses em barricas usadas de carvalho francês
Teor Alcoólico: 13,5%
Enólogo: António Madeira
País: Portugal
O nosso Preço: 2 x 22,50 EUR

Conceito Branco 2012

Ora aí está algo impensável de afirmar, com propriedade, há menos de uma década: grande Branco de guarda! Na melhor dos casos, um ou outro rótulo reluziria alguns anitos, e isto quando a oxidação e outras marcas do tempo não eram escrutinadas por um mercado incipiente. Em boa verdade, a sobrevivência meia dúzia de anos já garantia o beneplácito da crítica. Tal a raridade. Acima daquela fasquia, inclusive parentes do vinagre eram encomiados como pérolas do património vínico. Curto e grosso, era isto!
Nessa medida, a última saída do Conceito ilustra a tremenda evolução registada. Este 2012, com tudo mais fechado e preso, por exemplo, que o seu homónimo de 2010. Serve a referência, pois este último regista ótima evolução, cada vez mais floral e aberto, sem prejuízo do requinte e complexidade. Já este, tem mais cítricos, nesse sentido será até mais frutado, mas predominam as notas rochosas (a dita mineralidade...) e, sobretudo, uma acidez bastante mais marcada que os anteriores. Muito menos aberto, não temos dúvida por qual deles optava a maioria, hoje. Nós escolhemos este. Para guardar e conferir onde chegamos em matéria de brancos. Dobrado contra singelo que após a prova do tempo, a tal meia dúzia de anos, os 93 pontos Parker (impensáveis quando este estava na vinha), mereceriam revisão em alta.
O mérito, é sabido, reparte-se entre a enóloga Rita Marques, mais uma da nova vaga que corre mundo aportando conhecimento ao nosso vinho, e um "terroir" singular, um dos microclimas mais frescos na quente e seca sub-região do Douro Superior. Falamos de vinhas velhas, pré-filoxéricas, que subsistem num dos recantos mais elevados da Quinta do Cabido, a mais de 500 metros de altitude. Uma vinha já de alta montanha, assente num solo predominantemente granítico, portanto nada a ver com o tradicional do xisto duriense, o que ajuda a explicar a excecional mineralidade deste Branco. Profundamente cristalino, subtil mas complexo, poderoso, para deixar crescer em garrafa durante uma década. Ele não se queixará!

Características
Região: Douro
Castas: Rabigato, Viosinho, Códega, Códega do Larinho e Gouveio
Teor Alcoólico: 13%
Produção: 5 mil garrafas
Enólogo: Rita Marques
País: Portugal
O nosso Preço: 2 x 26,00 EUR

Olho no Pé Pinot Noir 2010

Tudo contra adaptações forçadas, de índole mercantilista e resultado duvidoso. Para não dizer ridículo, onde cai a maioria dos Pinots de clima soalheiro. Como o nosso... Tudo a favor do rasgo inovador, que amplia horizontes e derruba preconceitos, lugares comuns do vinho. Já se percebeu, vem a declaração de princípio a propósito deste Olho no Pé e do seu autor. Um pouco na sequência do que escrevemos sobre a fornada de jovens enólogos que correm mundo, e o aporte de conhecimento que essa vivência reflete.
Tiago Sampaio, o criador da Folias de Baco, viticultor, enólogo e comercial, calcorreou o Douro às cavalitas do avô. Conheceu o vinho curvado às regras e preconceitos do generoso; cedo aprendeu que a vinha da sua terra não era Letra A. Antes de saber a tabuada, já ele sabia que tinto, em Alijó, só licoroso! Moscatel e ponto. Porque sim. Certeza que o acompanhou até ao curso de Engenharia Agrícola, em Vila Real. Passaporte para o estágio na Universidade de Oregon, Estados Unidos. Nos 5 anos seguintes, conclui o doutoramento em Viticultura e Enologia. Primeiro choque, a importância e rigor que os norte-americanos dedicam ao estudo da vinha. A vinha de investigação da Universidade é o laboratório de ponta das 16 denominações do Estado, o mais quente dos estados setentrionais americanos. O Oregon goza de estações mais quentes que qualquer outro estado do norte, graças aos ventos amenos do Pacífico. Clima que o alcandorou a terceiro maior produtor dos E.U. e região de referência de Pinot Noir, a nível mundial. Casta que em regiões meridionais, só em altitude permite qualidade.
Pista óbvia para em 2007, no regresso ao Douro, transformar o sonho em realidade. Funda a Folias de Baco e planta uma vinha de Pinot, nos altos da sua Alijó natal. No ano seguinte, lança um branco e um rosé, a que se seguem o Moscatel Galego, o Colheita Tardia e este Pinot Noir. Rico e fresco na boca, aroma varietal evidente, provem e digam se não é terra de tintos...

Características
Região: Douro
Castas: Pinot Noir
Estágio: 22 meses em barrica
Teor Alcoólico: 14,65%
Produção: 1850 garrafas
Enólogo: Tiago Sampaio
País: Portugal
O nosso Preço: 2 x 15,00 EUR


Selecção de Março/Abril - 6 Garrafas
Produto O nosso Preço
António Madeira Vinhas Velhas 2011 2 x 22,50 EUR
Conceito Branco 2012 2 x 26,00 EUR
Olho no Pé Pinot Noir 2010 2 x 15,00 EUR
Totais:   127,00 EUR
 
 
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