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| Selecção de Janeiro/Fevereiro |
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Selecção de Janeiro/Fevereiro - 6 Garrafas |
| Produto |
O nosso Preço |
| Buçaco 2001 |
1 x 54,50 EUR |
| Monte da Penha Gerações 2004 |
1 x 32,50 EUR |
| Dominó branco 2010 |
2 x 18,90 EUR |
| Vadio 2009 |
2 x 12,10 EUR |
| Totais: |
149,00 EUR |
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| Buçaco 2001 |
Poucos conhecem os vinhos do Buçaco, situados a meio caminho entre as regiões da Bairrada e do Dão, produzidos e idealizados no hotel homónimo, vinhos desconhecidos para a grande maioria dos portugueses. E no entanto, os vinhos do Buçaco situam-se entre a elite dos vinhos nacionais, vinhos discretos mas eruditos, clássicos entre os clássicos, vinhos invulgares e desconformes com tudo o que possa representar a rotina e os padrões estabelecidos. Um vinho infelizmente pouco conhecido entre nós, apesar de recorrentemente elogiado na imprensa internacional, sistematicamente esquecido e ignorado, sem o relevo que o longo historial e a incrível qualidade lhe deveriam proporcionar. Curiosamente, e apesar de tão longos pergaminhos, o Vinho do Buçaco não passa de um vinho de mesa, categoria mais baixa da hierarquia vínica portuguesa, desfrutando da sua localização geográfica para agregar uvas da Bairrada e Dão, procurando justapor o melhor de cada uma das regiões vizinhas.
Para o enorme desconhecimento sobre os vinhos do Bussaco, mas também para a sua inegável magia, acode a circunstância de os vinhos serem propriedade exclusiva dos hotéis do grupo Alexandre Almeida, com venda igualmente exclusiva, integrados na carta dos seus restaurantes, com destaque mais que evidente para o belíssimo Palace Hotel do Bussaco, a sua casa e adega, construído como pavilhão de caça para o rei D. Carlos, vítima do regicídio que viria a marcar o desfecho da monarquia em Portugal. E este é um privilégio raro e circunstancial, a possibilidade de adquirir um vinho raro que por regra só pode ser adquirido nos quatro hotéis do grupo. Um vinho tinto das castas Baga e Touriga Nacional que se revela impressionante na frescura e dimensão, no final explosivo e incisivo, duro e repleto de personalidade. Um ícone dos vinhos portugueses que poderá ser bebido desde já ou guardado na garrafeira e esquecido durante mais de cinquenta anos.
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Características
| Região: |
Vinho de mesa |
| Castas: |
Baga e Touriga Nacional |
| Estágio: |
12 meses, 50% em barricas novas de 300 litros de carvalho francês e 50% em barricas usadas de segundo ano de carvalho francês |
| Teor Alcoólico: |
13,5% |
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O nosso Preço: 1 x 54,50 EUR
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| Monte da Penha Gerações 2004 |
Chama-se Monte da Penha por se situar precisamente numa penha, numa fraga que corta a serra de São Mamede, um penhasco que desagua mesmo junto a Portalegre. Uma terra salpicada por pedra e mais pedra, uma autêntica pedreira a céu aberto, terra agreste e pobre, com encostas de inclinações generosas. Solos pobres e quase sem viabilidade que se mostram perfeitos para o sofrimento da vinha, para a qualidade da fruta, resguardada pela frescura da altitude. O projecto mantém-se marcadamente pequeno e familiar, assente em treze hectares de vinha afastados de qualquer tentação de modernidade. Tudo é pequeno, tudo é caseiro e tudo se rege pela defesa acérrima da tradição das castas antigas da região de Portalegre e da tradição de guardar o vinho em casa, libertando-o apenas quando for considerado no momento ideal de consumo.
Os vinhos são saudavelmente rústicos, com uma delicadeza e autenticidade capazes de conquistar os corações mais empedernidos. Apesar do estilo desconcertante, é fácil gostar dos vinhos do Monte da Penha, perfeitos para a mesa, incrivelmente frescos, genuinamente cativantes. Nunca são vinhos para ganhar concursos, de fruta farta e açúcar mascarado, de álcool forte e de aromas intensos, mas sim vinhos para a mesa, para a tertúlia, para o prazer da genuinidade, para o saudável convívio à roda da mesa. E vinhos que duram, que precisam de tempo para limar todas as arestas. A paciência é uma virtude mas uma virtude cara, e só mesmo uma empresa de cariz estritamente familiar poderia mostrar a perseverança necessária para guardar um vinho em casa durante oito anos¿ para só agora ser lançado no mercado, no momento em que mostra os primeiros sinais de educação. Um vinho de produção muito limitada feito à moda antiga, um lote de Alicante Bouschet, Aragonez e Trincadeira que mostra um Alentejo diferente e uma forma alternativa de fazer um grande vinho. Porque é mesmo disso que se trata, de um grande vinho.
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Características
| Região: |
Alentejo |
| Castas: |
Trincadeira (55%), Aragonez (25%), Alicante Bouschet (18%) e Moreto (2%) |
| Estágio: |
Barricas de carvalho |
| Teor Alcoólico: |
13% |
| Produção: |
2.800 garrafas |
| Enólogo: |
Francisco Fino |
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O nosso Preço: 1 x 32,50 EUR
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| Dominó branco 2010 |
Vitor Claro é um nome que dispensa apresentações, o nome de um dos grandes chefs de Portugal, um homem de sensibilidade rara e de perfil discreto que revela o seu talento não só nos magníficos e aparentemente simples pratos que cria, mas também na empatia pouco habitual que desenvolveu para com as harmonizações com o vinho, na capacidade para adaptar e acertar a sua comida perante qualquer vinho que seja colocado à sua frente. Quem conhece Vitor Claro sabe que ele é, para além de cozinheiro exímio, um apaixonado pelos vinhos, um enófilo fervoroso que vibra com vinhos delicados mas austeros, com vinhos poderosos mas harmoniosos. Na verdade, a sua paixão pelo vinho é de tal forma evidente que, longe de se contentar em bebê-lo ou de simplesmente criar pratos para o acompanhar, quis deitar mãos à obra e fazer o seu próprio vinho. O que, no caso de Vitor Claro, como não poderia ser para quem o conhece, foi assumido de forma literal, adoptando o papel de enólogo, adegueiro e viticultor, sujando as mãos e metendo a mão directamente na massa, não se limitando a colocar o nome num rótulo desenhado e produzido por terceiros.
Vitor Claro foi um dos primeiros a chegar à região de Portalegre, ainda antes do recente despertar mediático do norte do Alentejo. Apaixonado pela região, pela promessa de vinhas velhas misturadas e pela promessa de frescura proporcionada pelas vinhas em altitude na Serra de São Mamede, Vitor Claro comprou uma pequena vinha dividida em várias parcelas que acomoda uma miríade de castas tintas e brancas que surgem naturalmente misturadas. O vinho chama-se Dominó e, sobretudo nesta edição em branco, arrebata de imediato os corações. Um Dominó estupidamente mineral, seco e fresco, quase eléctrico de tamanha tensão e excitação, um branco feito à moda antiga, sem fruta exótica e sem efeitos especiais, puro e duro, vivo e nervoso mas suave e terrivelmente longo e harmonioso. Um vinho branco de culto que vai dar muito que falar!
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Características
| Região: |
Alentejo |
| Castas: |
Alicante branco, Moscatel Nunes, Fernão Pires, Dorinto, Tamarez, Síria, Pérola e outras |
| Estágio: |
9 meses em barricas usadas de carvalho francês Allier |
| Teor Alcoólico: |
12,1% |
| Produção: |
600 garrafas |
| Enólogo: |
Vitor Claro |
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O nosso Preço: 2 x 18,90 EUR
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| Vadio 2009 |
Nem todos lhe conhecerão o nome mas no entanto muito provavelmente já todos terão bebido em algum ponto da vida alguns dos vinhos da autoria de Luis Patrão, posição lógica para aquele que é o enólogo responsável pela linha de vinhos tintos da Herdade do Esporão. Se o seu nome nem sempre é invocado ou reproduzido, a verdade é que Luis Patrão conseguiu há muito conquistar o direito a nome próprio no mundo dos vinhos nacionais, não só como enólogo do projecto a que se dedica a tempo inteiro, o Esporão, mas também no seu pequeno projecto familiar, dos seus vinhos da Bairrada, a que se dedica nos poucos tempos livres de que dispõe. Luis Patrão nasceu na Bairrada, no seio de uma família dedicada à vinha, vinha que acabou por apadrinhar e alargar a meio da primeira década deste século dando-lhe o usufruto familiar de um engarrafamento particular, de uma marca própria.
Foi assim que nasceram os vinhos de marca Vadio, vinhos de recorte familiar cujo nome pretende evocar a ideia de um vinho descomprometido e solto, sem pressões comerciais e sem o peso de uma empreitada de vida ou morte, acabando também por justificar uma vida feita de andanças entre o Alentejo e os fins-de-semana em casa a tratar das vinhas e dos vinhos. Quando chegar a velocidade de cruzeiro o projecto deverá suportar cerca de 30.000 garrafas, número de que hoje ainda estão distantes, dividindo a produção entre um Vadio branco, um Vadio espumante e este Vadio tinto, todos eles sérios e cativante. Mas a paixão de Luis Patrão assenta na casta Baga, na casta diva e mimada da Bairrada que só se entrega a quem a sabe trabalhar muito bem e a quem tem a arte de lhe conhecer as manhas. Aparentemente Luis Patrão tem esta arte porque este Vadio 2009 desvela um vinho de Baga pouco comum pela coabitação entre delicadeza e vigor, entre austeridade e eloquência, combinando a dureza e longevidade da Baga com uma fruta e exuberância que raramente lhe são conhecidas. Um vinho que marca um novo estilo na região.
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Características
| Região: |
Bairrada |
| Castas: |
Baga |
| Vinificação: |
As uvas foram colhidas manualmente para caixas de 20 kg seleccionados em tapete de escolha. O desengace foi total e a fermentação decorreu durante dez dias em lagares com pisa-a-pé e depósito de inóx. A prensagem em prensa vertical seguindo-se a fermentação maloláctica. |
| Estágio: |
18 meses em barricas usadas de carvalho francês e americano |
| Teor Alcoólico: |
13% |
| Produção: |
8.400 garrafas |
| Enólogo: |
Luis Patrão |
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O nosso Preço: 2 x 12,10 EUR
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Selecção de Janeiro/Fevereiro - 6 Garrafas |
| Produto |
O nosso Preço |
| Buçaco 2001 |
1 x 54,50 EUR |
| Monte da Penha Gerações 2004 |
1 x 32,50 EUR |
| Dominó branco 2010 |
2 x 18,90 EUR |
| Vadio 2009 |
2 x 12,10 EUR |
| Totais: |
149,00 EUR |
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